Projeto que propõe ¿Vigilância Armada 24 Horas¿ é debatido
Projeto que propõe ¿Vigilância Armada 24 Horas¿ é debatido
PUBLICADO EM 30/01/2017 - 00:00
Realização de audiência pública deverá definir mais detalhes do projeto Os vereadores candelarienses, receberam na sala de reuniões na segunda-feira (30) pela manhã, os colaboradores do Sicredi, a gerente da unidade Candelária, Elaine Lopes, o Diretor de Operações, Marlon Kobs e o presidente do Sicredi Centro Serra, Egídio Morsch. A reunião proposta pela comitiva teve como finalidade, realizar algumas observações referentes ao projeto de lei Nº 001/2017, de autoria da vereadora Lurdes Ellwanger (PTB), que trata sobre a contratação de "Vigilância Armada 24 Horas" nas agências bancárias dos setores público e privado e nas cooperativas de crédito, em funcionamento no Município de Candelária. As principais colocações por parte da unidade de atendimento do Sicredi em Candelária, foram apresentadas pelo o Diretor de Operações, Marlon Kobs. Ele colocou que, assim como o projeto "a segurança também é um das grandes pautas do Sicredi". Ele citou que projetos semelhantes são executados em outras cidades, no entanto, o apresentado pelo legislativo apresenta algumas deficiências em comparação ao sistema já utilizado pela unidade de atendimento. Conforme Kobs, o sistema usado pela empresa possui um sistema de segurança de alta qualidade e que sofre constante atualização. Como ponto principal, ele ressaltou que o projeto vai muito além, ou seja, seria uma questão bastante técnica e que merece um estudo mais aprofundado. Entretanto, o Diretor de Operações reforçou que apesar de algumas fragilidades, a medida é nobre. A proponente do projeto, vereadora Lurdes Ellwanger (PTB), informou que seu estudo frente ao proposto aconteceu desde outubro de 2016, mas que no entanto foi apresentado somente em 2017. A vereadora ressaltou que seu trabalho foi baseado em um projeto semelhante e que foi muito bem executado e aceito em Passo Fundo. Mostrou-se surpresa e grata pelo envolvimento dos colaboradores do Sicredi pelo interesse demonstrado, entretanto frisou que as exigências propostas seriam muito bem empregadas em outras agências bancárias, que demonstram fragilidade no quesito segurança. Desta forma, Lurdes reforçou que na sua visão "a presença constante de um profissional proporcionaria mais segurança para o usuário". O projeto de lei também foi reconhecido de extrema importância pelo presidente do Sicredi Centro Serra, Egídio Morsch. Ele informou que as agências do Sicredi possuem diversos sistemas de segurança, no entanto não são tão divulgados em virtude de permanecer a questão de segurança. O presidente colocou ainda a dificuldade do sistema da Brigada Militar, que frequentemente necessita do auxílio de empresas privadas para propor melhores condições de segurança a população. Como sugestão, Morsch propôs que seja agregado no projeto um conjunto de Câmeras de Segurança, ou seja, um sistema de monitoramento ligado a central da Brigada Militar. Recomendou que seja criada uma parceria com grandes empresas para que a iniciativa seja promovida a nível municipal. Ele conclui afirmando que o Sicredi é parceiro para um possível projeto de monitoramento. O vereador Marco Antônio Larger (PP) sugeriu que fosse realizada uma audiência pública com todos os envolvidos da área. Já a vereadora Lurdes realizou uma observação para que o sistema de monitoramento sugerido seja realmente colocado em prática, e não perca as forças durante o processo. Dessa forma, Morsch colou o Diretor de Operações, Marlon Kobs a disposição para auxiliar no andamento dos trâmites. A Presidente da Câmara de Vereadores de Candelária, Cristina Rohde (PSDB), finalizou a reunião, reforçando a importância da iniciativa da colega Lurdes e reforçou que o projeto deverá ter seguimento levando em consideração todas as observações. Desta forma comunicou que irá solicitar uma audiência pública com os interessados do setor, assim como irá propor a criação de uma comissão que tomará frente para os próximos trâmites. Devido ao recesso no legislativo no mês de fevereiro, a definição de data deverá ocorrer em março.ArquivoA proponente do projeto, vereadora Lurdes Ellwanger (PTB)

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