Condutores e comunidade aguardam a ponte móvel no KM 153 da RSC 287
Condutores e comunidade aguardam a ponte móvel no KM 153 da RSC 287
PUBLICADO EM 10/02/2017 - 00:00
EGR deve encerrar hoje o preparo do local para instalar a ponte O transtorno causado pelo bloqueio no KM 153 da RSC 287 em Candelária deverá permanecer ainda por alguns dias. A demora na solução do problema efetivamente seria por falta de interpretações nas questões burocráticas. A informação foi repassada pelo vereador Jorge Willian Feistler (PTB) que foi comunicado pelo Deputado Estadual Marcelo Moraes (PTB). O deputado teria realizado contato com o presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Nelson Lidio Nunes, onde teve a informação que o Ministério da Integração por meio da defesa civil, interpretou de forma incorreta o pedido para a realização da obra. Ainda conforme Moraes, o órgão decifrou que deveria se comprometer com as despesas, no entanto, os custos com diárias, alimentação, locomoção seria da EGR, empresa que administra a rodovia. Com esta situação formada, o parlamentar comunicou o vereador Jorge Willian Feistler (PTB) que ainda ontem (9), seria providenciada uma nova documentação com a intenção de ser encaminhada ao Governo Federal. Todavia, se até a segunda-feira da próxima semana a documentação não tramitar, a EGR deverá dar início ao processo de carta-convite para as empresas interessadas em executar a obra. Em visita ao local das obras, o Engenheiro Rodoviário da EGR, Luis Fernando Vanacor, informou que deve encerrar nesta sexta-feira (10), a base que esta sendo preparada pela empresa e que servirá de alargamento da rodovia. O trabalho é necessário para que a ponte móvel que deverá ser instalada pelo exército seja posicionada em meia pista e sob as estruturas com blocos de rochas que foi construído. Com esta alternativa, meia pista permanecerá livre, possibilitando o trabalho na galeria que está danificada. Após a instalação da ponte móvel, a mesma deverá passar por testes, o que deverá confirmar se a mesma terá liberação de tráfego para 40 toneladas, a sua capacidade original. No entanto, Vanacor comunicou que não possui informação sobre quando a questão de autorização do uso da ponte deverá acontecer. Com a utilização da ponte e a finalização da obra em meia pista, o local deverá ser liberado para o uso de uma via, com a utilização de um semáforo para orientar os condutores. Enquanto os trâmites acontecem os viajantes devem usar alternativas de desvios em estradas vicinais, embora esta não seja a orientação da EGR. Um dos caminhos mais usadas no momento por veículos leves, são as lavouras da família Haetinger, na localidade de Linha Palmeira, que cobra o custo de R$ 2,00 para acessar as estradas na lavoura e realizar o desvio em apenas 10 minutos. Uma parceria entre a prefeitura de Candelária e as empresas, Concretos Trevisan, CH Rogger Construções, de Agudo, e o empresário Roberto Weiss, esta promovendo o fortalecimento do trecho conhecido como Corredor dos Renner, o local deverá ter estrutura para tráfego de veículos de até 40 toneladas. Outras alternativas, que são usadas por veículos maiores, são as localidades de Travessão Schoenfeldt, Linha Brasil e Linha Curitiba. Foto: Juciele FerreiraEGR prepara estrutura para receber ponte móvel Blocos de concreto fazem parte da base estruturalPropriedade diminui a distância no desvio

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